quarta-feira, 22 de maio de 2013
No fim da Noite
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Há Lua...
Pra brilhar de pertinho
Resolveu me acompanhar
Achei normal,
Afinal,
Estava mesmo um tanto só!
Para guiar meus caminhos, firmeza,
Ali eu tive certeza,
Que ela iria me ajudar
Fez-se um chão de estrelas, vermelhas
Formando a esteira onde eu iria pisar...
Contamos histórias pra cidade domir
Eu me apaixonava, e ela anunciava:
“Restam poucas horas até eu me despedir”
Que me tirou os medos, me pedia perdão
Se empolgou na surpresa, beleza,
Mas enchera meu peito dessa doce ilusão
Para não deixar-me infeliz, me jurou
Que voltaria às noites para andar comigo
Enquanto amanhecia, dizia
Que era o Sol quem seria o meu grande amigo...
... Até anoitecer!
Sentia ciúmes se Lua vinha me ver
Nos dias de chuva era tão discreto
Brilhava em silencio sem eu perceber
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Fortaleza
E perde tempo alimentando a apatia
E passo a passo tudo muda de contexto
E a gente vai se acostumando à covardia..
E anda de noite nas calçadas tenebrosas
disfarça os medos, ignora os inimigos
Transforma a vida num eterno mar de rosas
Enriquecendo-se de pedras de castelos
constrói-se as próprias fortalezas, e,
Camuflando-se de nobreza
Tranca o coração
Segue com firmeza,
Amando a solidão!
Sem ter que perder os novos traços
E apertando o dorso do braço
sumula, em si, o próprio abraço.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Apologia ao Medo
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Nuvens
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
O Tempo, o Vento, a Saudade e Eu
O Tempo tem dessas cismas de estabelecer relações!
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terça-feira, 25 de setembro de 2012
"Vontadeando"
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Ainda é "só" Amizade?
terça-feira, 21 de agosto de 2012
O Bom da Vida
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Ainda sei chorar
Sempre a vida, não é? A causadora de tudo, culpada pelas tragédias... De mãos dadas com o destino, faz coisas que Deus só não duvida porque é Ele quem está no comando de tudo. Mas uma das coisas que a vida leva culpa é pela frieza das pessoas. Comigo (sou uma pessoa, claro) não é diferente. Pelos incidentes, obstáculos, pedras jogadas em cima, pedras arremessadas por mim, por casos e acasos... A vida levou a culpa e eu me tornei mais frio, mais seco, insensível. A maioria dos sofrimentos é reversível, a gente aprende a lidar e percebe que nada é infinito, nem mesmo a dor. E como tudo tem limites, eu tenho os meus. Ainda existem sensações que me fazem chorar, pois ainda não sou um poço de frieza como eu mesmo ando me tachando.
E o despertar, cedo ou tarde, é sempre a tapa no rosto que diz "Bom dia, a vida é de verdade!". Portanto, o dia também me faz chorar. A realidade é cruel e machuca, expõe, castiga, agride o que você tem de mais valioso agora: as lembranças. Logo, as lembranças também me fazem chorar... E muito!
domingo, 15 de julho de 2012
A procura da vida perfeita
terça-feira, 15 de maio de 2012
A outra ligação - Enfim, o Tempo
Nunca Mais...
domingo, 15 de abril de 2012
Às vésperas dos oitenta
A idade já está me pesando! Pernas cansadas cambaleiam... A mobilidade fugiu de mim há algum tempo. Não sei se chegarei aos oitenta. Também não sei se verei o próximo verão, mesmo que este esteja bem próximo! O ar seco me sufoca; o ar gélido que corrói como uma estaca a matar os vampiros medievais e suas capas rubro-negras.
Já não há mais o que comemorar... Menos ainda o que esperar se não a partida para outro lugar melhor que esse - sob o ponto de vista das minhas benfeitorias -, ou pior, se forem contabilizados os inúmeros erros, que após os quarenta fiz questão de apagar da minha memória. Esta, cada vez mais seletiva. Porém, ainda há o que lembrar! Agradecer, pedir perdão...
Aos amores que feri, sem saber que eram meus... Peço que me perdoem! O peso da idade muitas vezes me fez falta a ponto de me cegar e não perceber o quanto seria importante pra ter vocês em minha vida. E os amores que feri, ciente de que me pertenciam, esqueçam! Meu humilde pedido, a essa altura da vida não vai adiantar, a menos que tenham passado a vida inteira esperando por ele. Nesse caso, as desculpas são pelo tempo que fiz vocês perderem esperando por um ato que na minha juventude jamais faria!
Aos amigos que me acompanharam até aqui... Agradeço! Muito a Deus por ter deixado vocês viverem tanto quanto eu, para podermos rir das histórias que a memória não apagou, rir das fraquezas que lhes atingiram e me deixaram imunes... E vice-versa! Aos amigos que perdi por orgulho de ambas as partes, se vivos estiverem, peço que me visitem. Façamos as pazes! Não me deixem partir com esse título de ranzinza que carrego desde a menoridade. Aos amigos que perdi por causa de caminhos separados agradeço imensamente o prazer de tê-los conhecidos. Aqueles abraços que precisei e não me negaram nunca saíram da minha cabeça. As risadas desenfreadas, as cervejas quentes que bebíamos só de sacanagem, os sambas que dançamos juntos e tantos carnavais perdidos também não. Assim como nunca me esqueci dos banhos de chuva e as juras de amizade eterna. Os sonhos foram planejados juntos, mas a execução foi cada um por si. Feliz por saber que vocês conseguiram sozinhos!
Aos parentes que se perderam no tempo e no espaço... Saudade! Saudade da infância, onde um tio distante apertava minhas magras bochechas, jurando que no natal anterior, elas eram menores! Saudade das tias gordas, que ofereciam os melhores abraços e colos, além dos melhores quitutes. Era eu quem os provava, dava um “joinha”, roubava alguns e caminhava para o campinho, jogar futebol até a hora do almoço.
Aos empregos que tive... Um muito obrigado pela oportunidade de crescer e aprender a filtrar o que deveria ser levado para o resto da vida.
À minha mãe, diria que por todos esses anos em que fiquei sem sua companhia, não deixei de pensar nela um dia sequer. Talvez, o que de bom me espera seja ela! Caso nos encontremos, ela estará linda, conservada da maneira que partiu. E eu, um velho, parecendo seu pai! Mas como me acompanhou mesmo de longe, me reconhecerá e me receberá com aquele abraço que fez falta durante toda a minha vida. E me dará o colo tão aguardado. E como quem embala um vovô na cadeira de balanço, ninará seu próprio filho, desfigurado pela força do tempo.
Talvez eu tenha mais o que falar, mas não me lembro. Essa luz fraca do quarto não serve muito para me manter acordado. Caso eu tenha algo a dizer, que não conste aqui e eu parta antes de ter essa oportunidade, peço a um anjo que me faça esse favor... Caso eu encontre algum! Mas agradeço a Deus, por ter me dado essa semana, esse dia... Ou apenas mais alguns minutos para expressar o que tenho vontade há tantos anos. Vai que eu não chegue aos oitenta ou ao próximo verão... Mesmo estando ele tão próximo, não é?
Leonardo Pierre
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Será que não está ficando tarde demais pra algumas decisões na vida?
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Para ver o sol nascer
Às vezes temos a impressão de que o dia não amanheceu, preguiçoso que só! São aqueles dias, muitas vezes em sequência, em que a tristeza toma conta de tudo, o tempo é nublado, tudo é feio e frio... Ficamos frios! Vontades estúpidas e descabidas dominam nossos pensamentos. Temos a certeza de que o mundo é melhor sem nossa presença. Muitas vezes pensamos nisso e não há quem tire isso de nós, somente nós mesmos e em um longo processo de autoconhecimento... Na verdade, reconhecimento. Olhamos pra dentro de nós e percebemos o que mora ali. Quando o dia está escuro, não adianta: cultivamos o que há de pior!
Mas, embora pareça que não, o dia clareia. As nuvens se abrem e com elas abrem-se também os nossos sorrisos, ainda tímidos e foscos, mas dão o ar de sua graça! E a graça volta a existir. Voltamos a encontrar graça em nós e de nós, como se fossemos nosso circo, nosso palhaço, amigo e segurança. Depois que o dia amanhece, o sol surge brilhante, imponente e mostrando que não somos nada menos que um reflexo dele: Lindo, gigante e brilhante...
É claro que para alguns, o dia vem mais rápido. Dependo do nível da tristeza, solidão ou qualquer mal que assole a existência. Para outros, a noite é longa e parece interminável. Contando com as constantes irritações que pioram e muito o quadro. Mas tudo isso faz parte da provação diária a qual somos submetidos... É a forma que Deus tem de mostrar o quanto somos capazes.
Por mais difícil que pareça – e É – é muito importante tentar reagir. Aprender, inclusive, a filtrar os ouvidos e aproveitar apenas o que é bom. Não ter medo de chorar é um grande passo, por mais que muitos questionem isso ou achem um sinal de fraqueza. A fraqueza existe e todos a temos, e é contra ela que devemos lutar. Fraqueza não é sinal de derrota... É sinal de cansaço devido à luta. Portanto, lute! Pois o Sol só nasce pra quem acorda!
Leonardo Pierre
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Para todos que lutam... afim de, enfim, ver o sol nascer.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
O que penso sobre o amor?
Um amigo certa vez me perguntou se eu acreditava no amor. Respondi o que para mim era óbvio: - “sim!”. Não satisfeito com a resposta simples e objetiva, ele me questionou outra vez. Mas agora, perguntando sobre a responsabilidade de amar, sobre a capacidade do coração e sobre a banalização do amor.
Aí, me fez pensar sobre tudo (o que talvez não chegasse a ser muito) o que vivi relacionado a esse verbo. Segundo o dicionário Mercury Jr. da Língua Portuguesa:
AMAR, v.t.d. – Ter amor a; querer bem a; desejar; gostar excessivamente; estar enamorado. ...
Respondi a ele que em tempos de guerra, um apenas “gosto de você” é prêmio... Mas aos olhos dos eternos amantes, é apenas mais um gesto, que não chega aos pés de um verdadeiro amor. Vejo que o amor, nada mais é – ou talvez seja mais que isso, sim – que aquele sentimento maldito que todos querem sentir, ter e oferecer. Digo maldito porque cismamos em culpá-lo quando algo não vai bem. Quando um namoro termina tragicamente, a culpa foi do amor... Ou porque aconteceu na hora e com a pessoa errada, ou porque acabou num momento inoportuno. E quando não é o “amor” o culpado, caiu na conta do coração... Logo ele! Por que não culparmos a nós mesmo por não nutri-lo?
Vejo que a esperança do amor está nos jovens. Como amam, não? Amam verdadeiramente muitos amigos; amam os primeiros, segundos e terceiros namorados; amam os amigos feitos no último final de semana; amam os amigos feitos no carnaval... E quem dirá ser falso esse amor? Quem garantirá que eles não têm realmente capacidade para amarem tanto. Coração quente e gigante dos nossos jovens.
E nem digo que por amarem tanto estejam banalizando o amor. Pelo contrário! Sou totalmente contra a afirmação que só se ama uma vez. Mas que asneira! Nunca nessa vida (e nem em qualquer outra) foi proibido amar. Fique a vontade para exercitar seu coração e colocar pra fora todo esse amor que você tem e que não se esgotou na primeira tentativa. Ame quantas vezes for necessário para se esvair de sentimentos... Ame quantas vezes for sentida a reciprocidade desse sentimento... Ame quantas vezes for justo amar!
Quer sentir o amor? Abra a janela em um dia daqueles de Dezembro, perto do natal, ensolarado e com cheiro de abacaxi pela casa! Ou vá à pracinha ver as crianças brincando. Ou contemple o pôr do sol do verão, e de preferência, no horário de verão. “E pra não dizer que não falei das flores”, colha algumas.
Percebo que é tão simples amar. E ao contrário do que muitos pensam, também não é muito difícil expressar esse amor. Ele se camufla tanto e de tantas formas... Faça um carinho; abrace sem motivo aparente; agradeça sorrindo; compre bala pra distribuir; chegue de surpresa; escreva no espelho embaçado; vá ao lugar do primeiro encontro... Ou simplesmente diga EU TE AMO! Como ainda tem gente que consegue matar?
Disse a esse amigo que amar é como respirar... Quando você percebe, já sentiu ou está sentindo. Disse ainda que somos os principais responsáveis pela oferta e pelo recebimento do amor. Deixe a porta aberta, ele não costuma insistir quando não o querem por perto.
Lembre-se: é só respirar e olhar a sua volta. O amor está aí!
Leonardo Pierre.
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Estou sempre amando... A mim mesmo, meus amigos, minha vida as vezes conturbada. Como os jovens desse texto!
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
A Ligação
Certa noite, eu recebi uma ligação incomum. Achei, a princípio, que se tratava de um engano ou de um desses malditos trotes, que tem se tornado cada vez menos freqüentes – o bom senso agradece.
“Alô” foi uma das poucas palavras que consegui dizer. Após isso, sucedeu-se uma série de reclamações
- Boa noite! O que há com vocês? Se orgulham tanto de serem os únicos a me nomearem para depois me tratarem desse jeito? O que eu fiz pra vocês? Não fiz nada de mau!
Me senti invadido, injustiçado, sendo acusado de algo que não imaginava o que era e cujo acusador eu jamais tinha visto. Mas já tinha sentido.
- Desculpa minha falta de educação, mas não ando muito boa contigo, nem com ninguém. Aqui quem fala é a Saudade, porém, há tempos já me rebatizaram. Agora já me chamam de Cruel, Ingrata, Maldita, e etc.... podem escolher! Estou cansada, sabia? Eu nasci para ser um sentimento puro e hoje só maldizem meu nome! “Aparece, vamos matar a saudade”... Como assim me matar, gente? O que eu fiz? Infelizmente, só vejo meu nome ser bendito quando alguém morre. Aí sim, todos dizem que “a saudade é a única coisa que nos restou”, me cultivam nos corações como o sentimento nobre que sempre tentei ser. Mas e durante a vida?
Notei ainda um pouco incrédulo com tal ligação, que Dona Saudade estava magoada. Aquele desabafo me fez pensar sobre muitas coisas. Tentei argumentar:
- Mas D. Saudade... Há tantas músicas em sua homenagem!
- Homenagem, moço? Homenagem? Outro dia ouvi uma pérola que dizia inverdades a meu respeito. Me senti perseguida e mal amada, e você me dará razão: “Vem matar essa saudade que quer me matar”... Opaaaa! COMO ASSIM EU QUERO MATAR, MEU DEUS? Sou da paz, tranqüila! Mas por aí andam dizendo que eu aperto, que eu maltrato, que eu faço doer. Estou triste, moço! Queria ver se eu deixasse de existir... As pessoas iriam pensar que não teriam mais importâncias umas para as outras.
Já passava de meia noite e Saudade continuava...
- Sabe, moço... Ninguém liga pra mim! Mas fique ciente que eu não sou a única insatisfeita. Tem uma galera meio irritada por aqui. O Tempo ia te ligar mas não teve tempo, e passou a vez pra mim. Fiquei toda boba por passar a frente do Tempo. Só não entendi porque ele está sem tempo. Enfim, ele te explicará!
- Ele? O Tempo? – indaguei.
- É, moço! O Tempo vai ligar, o Amor vai ligar... E esse é meu irmão mais velho. Na verdade, eu só existo porque ele existe. Brigamos como todos irmãos, mas não nos desgrudamos. Por isso dizem aqui que, onde está o Amor, logo atrás vem a Saudade, vê se pode?
- D. Saudade, estou meio confuso!
- Ih, você não viu nada! Tem uns queridinhos aqui que não tem do que reclamar, mas vão ligar também: a Felicidade, a Tristeza, o Ódio... Todos esses, ao contrário de mim, cumprem seu papel e são reconhecidos. Para o bem ou para o mal. Mas agora vou desligar. Só te peço um favor: faça de mim...
Acredite! A ligação caiu e eu não tive como retornar, lógico. Fiquei sem a recomendação de D. Saudade. O que será que ela queria? Vou tentar descobrir sozinho, enquanto espero as próximas ligações. Estou ansioso.
Leonardo Pierre
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Aguardem...
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Vivendo e aprendendo a jogar
Muitas vezes acontecem fatos que mexem com a nossa vida. Com a forma de pensar o mundo e, assim, nos fazem repensar o mundo.
Nota-se que em pouco tempo se passa de herói a vilão! Que as pessoas julgam os fatos... Sem saber dos fatos por trás dos fatos. Percebi que o que eu pensava era certo, era eu, e eu quis mudar... Quis me modificar. Se arrepender de uma escolha é pior que tomar decisão nenhuma. Portanto, uma pessoa tão indecisa como eu, deveria continuar desse jeito: indeciso, confuso, estranho... Por pior que fossem as conseqüências, eu já estaria acostumado a esse modo conturbado de ser.
Percebi que costumamos misturar tudo em um liquidificador de emoções... E assim misturando, fica impossível distinguir um sentimento do outro! A mágoa se mistura com a raiva... que gera o ódio, que por sua vez anda lado a lado com o amor, mesmo que por vezes seja imperceptível essa proximidade. Percebi que o ódio cega as pessoas, mas que a vingança é para se comer quente, para não perder o sentido de existir!
Percebi que por mais forte seja a pessoa, ela desaba como todas as outras. Percebi que, por pior que seja a pessoa, sempre existe algo de bom... e que por melhor que seja , o lado ruim aparece vez ou outra. Percebi, no entanto, que o lado ruim de uma pessoa pode tomar conta dela por completo, fazendo com que, em pouco tempo, tudo de bom que tenha sido feito seja devastado e se tornado ínfimo. Essas pessoas decepcionam, se tornam irreconhecíveis! E de tão irreconhecíveis, chegam a não se arrepender de atitudes deploráveis, inimagináveis e com alto grau de estupidez. Mas, como eu disse há algumas linhas, é assim que deve ser... Melhor que isso, seria não fazer! Se arrepender pode ser tarde demais!
Percebi, na prática, que o mundo gira mesmo. Sem pena, sem pedir, sem se preocupar com a bagunça que vai fazer. No entanto, as voltas que ele dá nem sempre são para trazer mudanças. Às vezes parece tudo tão igual, que mal notamos que, de uma forma ou de outra algo mudou.
Mas sempre muda! Assim é o mundo... Com seus diversos meios de interpretação e entendimento. Ou você pula dele para outro inexistente, ou adapta-se a ele e aprende a jogar. Optei pela segunda alternativa.
Leonardo Pierre.
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Opte pela sua!




